Por que GRAL?
O GRAL também é conhecido por almofariz ou moedor. É um utensílio que serve para esmagar ou moer diferentes tipos de ingredientes misturando-os por completo. É composto por uma tigela de paredes resistentes, na qual se coloca os ingredientes ou materiais a serem moídos, os quais são esmagados, triturados ou moídos por uma outra peça conhecida como pestilo, um bastão com ponta semiesférica comumente fabricado com o mesmo material da tigela.
O GRAL pode ser fabricado em pedra, madeira, porcelana, metal. Poder ter um uso amplo em laboratórios químicos e de biologia molecular, mas também em farmácias de manipulação e cozinhas. A forma de uso envolve segurar o pistilo pelo cabo e batê-lo contra o fundo da tigela até que o material seja triturado e transformado.
O uso do GRAL começou na idade da pedra. A descoberta deste objeto em diferentes sítios arqueológicos pré-históricos permitiu que soubéssemos que nossos antepassados também o usavam. Foram, possivelmente eles que criaram o método de moagem e trituramento de grãos, já que esta era a melhor forma de ingerir alguns alimentos, especialmente os grãos, pois facilitava o cozimento produzindo melhor nutrição.
Cientistas encontraram estes objetos no Sudoeste da Ásia que datam de, aproximadamente, 35.000 a.C. Muito tempo atrás….. Outros almofarizes encontrados dataram de 22.000 a 18.000 a.C. e foram usados pela cultura Kebaran. Seus objetos eram esculpidos. Tigelas ligeiramente cônicas, talhadas em pedra porosa lisa.
Ainda deste período, são os achados da caverna de Raqefet, em Israel, originados da cultura Natufiana. Em seu interior foram encontradas cavidades na rocha, com tamanho suficiente para que um humano adulto ficasse, ao lado dela, em pé e esmagasse os cereais no interior da cavidade, com um longo pilão de madeira.
Africanos, sumérios, egípcios, polinésios, chineses, indianos, celtas, gregos, nativos das américas também registram o uso ancestral do GRAL ou almofariz e com a mesma finalidade atual, ou seja, triturar e misturar materiais para uso nas artes, na cosmética, na alimentação, na produção de medicamentos e tantas outras substâncias. Um almofariz e pistilo foram nomeados no papiro Ebers do Egito Antigo, que remonta a 1550 a.C. Esta peça é considerada a peça mais antiga da literatura médica. Estima-se que as duas peças foram usadas por 6.000 anos e antes deste período teriam sido usadas no preparo de alimentos com a moagem de especiarias.
Nos anos 1.400 d.C. os almofarizes eram fabricados em bronze e tornaram-se populares entre as pessoas alquimistas. Foi no processo de moagem e mistura química de substâncias que a Alquimia, uma pseudociência, ficou conhecida como “química da Idade Média”. As peças produzidas em bronze eram mais duras e resistentes e com alças para manuseio, mas tinham a desvantagem de reagir com outras substâncias e corroer facilmente.
A partir do século XVII almofarizes de porcelana esmaltada são usados, sobremaneira, nas preparações químicas. Ainda hoje encontramos as peças que compõem o GRAL em outros materiais, com uso prioritário na culinária.
O GRAL, a partir das informações que colhemos, é um símbolo da transformação humana. Para nós que o fundamos, o GRAL vocaciona-se na direção apresentar as mais competentes combinações de elementos com o objetivo de produzir a resposta possível para uma demanda nas áreas de nossa competência.
Por que GRAL?
O GRAL também é conhecido por almofariz ou moedor. É um utensílio que serve para esmagar ou moer diferentes tipos de ingredientes misturando-os por completo. É composto por uma tigela de paredes resistentes, na qual se coloca os ingredientes ou materiais a serem moídos, os quais são esmagados, triturados ou moídos por uma outra peça conhecida como pestilo, um bastão com ponta semiesférica comumente fabricado com o mesmo material da tigela.
O GRAL pode ser fabricado em pedra, madeira, porcelana, metal. Poder ter um uso amplo em laboratórios químicos e de biologia molecular, mas também em farmácias de manipulação e cozinhas. A forma de uso envolve segurar o pistilo pelo cabo e batê-lo contra o fundo da tigela até que o material seja triturado e transformado.
O uso do GRAL começou na idade da pedra. A descoberta deste objeto em diferentes sítios arqueológicos pré-históricos permitiu que soubéssemos que nossos antepassados também o usavam. Foram, possivelmente eles que criaram o método de moagem e trituramento de grãos, já que esta era a melhor forma de ingerir alguns alimentos, especialmente os grãos, pois facilitava o cozimento produzindo melhor nutrição.
Cientistas encontraram estes objetos no Sudoeste da Ásia que datam de, aproximadamente, 35.000 a.C. Muito tempo atrás….. Outros almofarizes encontrados dataram de 22.000 a 18.000 a.C. e foram usados pela cultura Kebaran. Seus objetos eram esculpidos. Tigelas ligeiramente cônicas, talhadas em pedra porosa lisa.
Ainda deste período, são os achados da caverna de Raqefet, em Israel, originados da cultura Natufiana. Em seu interior foram encontradas cavidades na rocha, com tamanho suficiente para que um humano adulto ficasse, ao lado dela, em pé e esmagasse os cereais no interior da cavidade, com um longo pilão de madeira.
Africanos, sumérios, egípcios, polinésios, chineses, indianos, celtas, gregos, nativos das américas também registram o uso ancestral do GRAL ou almofariz e com a mesma finalidade atual, ou seja, triturar e misturar materiais para uso nas artes, na cosmética, na alimentação, na produção de medicamentos e tantas outras substâncias. Um almofariz e pistilo foram nomeados no papiro Ebers do Egito Antigo, que remonta a 1550 a.C. Esta peça é considerada a peça mais antiga da literatura médica. Estima-se que as duas peças foram usadas por 6.000 anos e antes deste período teriam sido usadas no preparo de alimentos com a moagem de especiarias.
Nos anos 1.400 d.C. os almofarizes eram fabricados em bronze e tornaram-se populares entre as pessoas alquimistas. Foi no processo de moagem e mistura química de substâncias que a Alquimia, uma pseudociência, ficou conhecida como “química da Idade Média”. As peças produzidas em bronze eram mais duras e resistentes e com alças para manuseio, mas tinham a desvantagem de reagir com outras substâncias e corroer facilmente.
A partir do século XVII almofarizes de porcelana esmaltada são usados, sobremaneira, nas preparações químicas. Ainda hoje encontramos as peças que compõem o GRAL em outros materiais, com uso prioritário na culinária.
O GRAL, a partir das informações que colhemos, é um símbolo da transformação humana. Para nós que o fundamos, o GRAL vocaciona-se na direção apresentar as mais competentes combinações de elementos com o objetivo de produzir a resposta possível para uma demanda nas áreas de nossa competência.